
Uma ligação. Essa foi a motivação necessária para que Tiago Camilo (na foto ao lado) superasse o holandês Guillaume Elmont e garantisse a medalha de bronze na categoria até 81 quilos. Após a derrota para o alemão Ole Bischof, que acabaria ganhando o ouro, o judoca brasileiro recebeu um contato do irmão, Luís Camilo, responsável por tirá-los dos campos de futebol e levá-lo ao tatame. Era a senha para a recuperação, além da recordação do filme Desafiando os Gigantes (Facing the Giants).
"Fiquei muito triste com a derrota (para o alemão), vi tudo escapando das minhas mãos. No intervalo (entre a derrota para Bischof e as lutas da repescagem) levantei a cabeça e encontrei as respostas. Meu irmão me ligou, lavei o rosto, olhei no espelho e vi que tinha que seguir lutando", avaliou o judoca.
Responsável pela terceira medalha brasileira em Pequim, feito que deixa o judô à frente da vela como o esporte com mais conquistas olímpicas para o País, Camilo confirmou que as palavras do irmão foram essenciais para buscar a vitória sobre o holandês.
"Ele me disse que a Olimpíada tinha nome e não importava a cor da medalha. A quilômetros de distância eu vi o rosto e ouvi a voz de todos que me empurraram para a vitória", avaliou o atual campeão mundial da categoria. "Eu errei contra o alemão, mas são coisas da luta. Tudo pode acontecer no judô. O importante é a medalha", completou.
Ciente de que a conquista mundial chamaria a atenção dos principais rivais, Camilo buscou aprimorar seu estilo. Mudou alguns golpes e procurou esquecer que era o centro das atenções. No período de preparação para os Jogos, conheceu o filme Desafiando Gigantes, de teórica motivacional, muito usado por treinadores das mais variadas modalidades.
"A sensação de ser medalhista é muito boa. São duas Olimpíadas e duas medalhas ganhas (foi prata em Atenas 2004). Estou muito feliz porque batalhei muito e não deixei de acreditar. Tive momentos difíceis, mas sempre fui à luta", concluiu o judoca.
Fonte: Terra.
Parece que realmente a fórmula dá certo. O site da resposta Época também publicou uma reportagem a respeito.
"Fiquei muito triste com a derrota (para o alemão), vi tudo escapando das minhas mãos. No intervalo (entre a derrota para Bischof e as lutas da repescagem) levantei a cabeça e encontrei as respostas. Meu irmão me ligou, lavei o rosto, olhei no espelho e vi que tinha que seguir lutando", avaliou o judoca.
Responsável pela terceira medalha brasileira em Pequim, feito que deixa o judô à frente da vela como o esporte com mais conquistas olímpicas para o País, Camilo confirmou que as palavras do irmão foram essenciais para buscar a vitória sobre o holandês.
"Ele me disse que a Olimpíada tinha nome e não importava a cor da medalha. A quilômetros de distância eu vi o rosto e ouvi a voz de todos que me empurraram para a vitória", avaliou o atual campeão mundial da categoria. "Eu errei contra o alemão, mas são coisas da luta. Tudo pode acontecer no judô. O importante é a medalha", completou.
Ciente de que a conquista mundial chamaria a atenção dos principais rivais, Camilo buscou aprimorar seu estilo. Mudou alguns golpes e procurou esquecer que era o centro das atenções. No período de preparação para os Jogos, conheceu o filme Desafiando Gigantes, de teórica motivacional, muito usado por treinadores das mais variadas modalidades.
"A sensação de ser medalhista é muito boa. São duas Olimpíadas e duas medalhas ganhas (foi prata em Atenas 2004). Estou muito feliz porque batalhei muito e não deixei de acreditar. Tive momentos difíceis, mas sempre fui à luta", concluiu o judoca.
Fonte: Terra.
Parece que realmente a fórmula dá certo. O site da resposta Época também publicou uma reportagem a respeito.
Extraído do Blog Comunicólogos
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