quarta-feira, 5 de agosto de 2009

III Congresso MCAD: MENSAGEM


Devido aos impactos positivos causados pelo I Congresso de Adolescentes de Belém - Identidade, realizado em maio de 2005, e pelo II Congresso de Adolescentes de Belém - Superação, realizado em setembro de 2007, estamos organizando o III Congresso da Missão com Adolescentes de Belém, que terá sua realização nos dias 28, 29 e 20 do mês de agosto de 2009, com o tema “MENSAGEM”, no Templo Central da Assembleia de Deus.

A estruturação deste Congresso, será direcionada às Missões com Adolescentes da região de Belém, arredores, e interior do Pará, e objetiva também despertar líderes para o estabelecimento de Missões com foco adolescente onde ainda não existam, buscando uma atuação missionária unificada, através de ações estrategicamente planejadas e coordenadas em conselhos e núcleos, como um só “Corpo de Cristo”.

Vamos contar com cultos de celebração e ensino, oficinas, palestras, palco alternativo e muito mais. É possível acompanhar os preparativos para o Congresso nos blogs das Missões Específicas que participarão:

Aqui também terão constantes atualizações. Fiquem na Paz do Senhor!

domingo, 28 de junho de 2009

Pastor dos EUA convida fiéis a levarem armas para a igreja

" Os cristãos precisam estar preparados para defender a si e a suas famílias."

Um pastor de Kentucky nos Estados Unidos está convidando seus fiéis a participarem de um evento que pode surpreender os que não acreditam na relação entre fé e armas. Segundo disse o reverendo Ken Pagano à edição online da revista Time, a Celebração Pública de Tenencia, programada para o próximo sábado, não é um culto, mas ele espera que todos os cristãos devotos e que gostam de armas compareçam à igreja para dar graças pelo direito de poder usá-las.

Segundo Pagano, pastor da Igreja New Bethel, da congregação Assembléia de Deus, o evento está sendo planejado há meses, mas atraiu pouca atenção até ser noticiado pelo jornal Louisville Courier, no início do mês. Desde então, o pastor virou uma celebridade na região.

O reverendo, que também é voluntário no departamento de polícia de Louisville - onde não usa uma arma - disse que é um excelente atirador e defensor do porte responsável de armas. Apesar de receber criticas por misturar armas e religião, ele diz que, na sua opinião, os cristãos precisam estar preparados para defender a si e a suas famílias.

Pagano admite que casos recentes, como o do homem que entrou atirando no Museu do Holocausto, em Washington, parecem desacreditar sua teoria, mas reforça que as pessoas precisam aprender a utilizar as armas.

Um grupo que se opõe ao evento organizado pelo pastor está planejando outra manifestação para o mesmo dia. Terry Taylor, que organiza o evento paralelo, disse à Time que a defesa do uso de armas passa uma imagem errada de Louisville, que, de acordo com ele, “é o centro espiritual dos Estados Unidos”.

Fonte: O Verbo

- Armas e religião formam uma mistura perigosa. Eu já ouvi opiniões de cristãos alegando terem a permissão de Deus para atirarem ao se sentirem ameaçados. Este tipo de entendimento é preocupante, pois envolve mais de uma vida e o autor da vida é Deus.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Musicalouro



Rolou no último sábado, 14/03, no Centro Educacional Triunfo, o Musicalouro. Foi um evento realizado pela ABUB ( Aliança Bíblica Universitária do Brasil ), e teve como objetivo proporcionar aos calouros 2009 a oportunidade de agradecer pela sua aprovação, desfrutar de um momento de comunhão e conhecer um pouco mais da Aliança Bíblica Universitária.
O evento contou com a participação do NGLA ( Nova Geração de Louvor e Adoração ) e houve a pregação da Palavra.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

No bicentenário de Darwin, dinossauros passeiam pelo Éden em museu americano

No vasto espaço de um museu nos Estados Unidos, um grupo de missionários que combate a teoria da evolução de Darwin reproduziu o ambiente do Gênesis bíblico em uma exposição, na qual dinossauros convivem em perfeita harmonia com Adão e Eva no Jardim do Éden.

"O que estamos tentando fazer aqui é deixar as pessoas terem acesso a informações que são amplamente censuradas do público, e certamente censuradas nas escolas públicas dos EUA, onde a evolução é ensinada como um fato", disse o co-fundador do museu criacionista, Ken Ham.

O Museu da Criação, uma iniciativa de 27 milhões de dólares, tem como objetivo principal dar vida à Bíblia e seus relatos, aproximando-os das pessoas. "Preparem-se para acreditar", diz o folheto entregue aos visitantes na entrada da exposição.

Para isso, seus idealizadores fazem um desafio direto às teorias da evolução do ser humano desenvolvidas pelo naturalista britânico Charles Darwin, nascido 200 anos atrás, em 12 de fevereiro de 1809.
No livro "A origem das espécies", publicado em 1859, Darwin estabeleceu um marco na ciência, ao expor suas idéias sobre a evolução através da seleção natural. Ao mesmo tempo, lançou um desafio àqueles que acreditam em uma interpretação literal das escrituras, afirmando que Deus criou o mundo e todas as espécies em seis dias.
"As pessoas discutem as origens do universo, mas nós não estávamos lá. Ninguém viu o Big Bang", argumenta Ham, um missionário australiano e ex-professor de biologia radicado nos Estados Unidos. Ele admite que os criacionistas têm um longo e árduo caminho pela frente.
"Nos Estados Unidos, você não tem liberdade acadêmica nas escolas do governo, eles expulsaram Deus e a Bíblia e redefiniram a ciência como naturalismo", disse à AFP. "Em outras palavras, tudo precisa ser explicado por processos naturais. Isso, na verdade, é uma postura religiosa. É a religião do ateísmo".
Além disso, Ham alega que, ao contrário do que muitos pensam, as evidências da natureza na verdade apóiam a teoria criacionista.
"Um evolucionista e um criacionista possuem crenças diferentes, e ambos possuem posturas religiosas diferentes. Mas nós utilizamos a mesma ciência de observação para confirmar nossas posições", afirmou.
"A evolução tenta confirmar a evolução, nós não negamos isso. O que nós dizemos é que ela confirma a descrição bíblica da criação. Eles dizem que não", acrescentou o missionário.
Os dinossouros povoaram a Terra por milhões de anos, mas foram extintos cerca de 65 milhões de anos atrás, muito antes da aparição dos primeiros seres humanos, há aproximadamente 200.000 anos.
Entretanto, uma vez dentro dos 6.500 metros quadrados do exuberante complexo do Museu da Criação, dinossauros ''animatronics'' caminham ao lado de exemplares de Homo sapiens, em cenários criados por Patrick Marsh, diretor de arte responsável pelas atrações dos filmes "King Kong" e "Tubarão" no parque temático da Universal Studios, na Flórida.
Ao todo, 160 cenas e explicações recriam os relatos do Velho Testamento. Há um Jardim do Éden completo, com a árvore do conhecimento e a serpente tentando Adão e Eva. Caminhando pelo Vale das Sombras, os visitantes vêem as conseqüências da queda do homem.
Há também uma representação da Arca de Noé, com os animais embarcando para escapar do Grande Dilúvio, além de um planetário que leva os visitantes aos confins do universo.
Apesar de muito criticado pela comunidade científica, que acusa os criacionistas de disfarçarem suas crenças com o conceito de ''design inteligente'' e tentarem inflitrar o criacionismo nas escolas americanas, o Museu da Criação afirma já ter recebido mais de 500.000 visitantes desde 2007, quando foi inaugurado.
Para marcar o bicentenário de Darwin, o Museu da Criação dedicou a última edição de sua revista quinzenal "Answers" ("Respostas") ao naturalista britânico e à revolução que suas teorias causaram no mundo científico.
A publicação, que conta com 50.000 assinantes, insiste em dizer que, se Darwin tivesse enquadrado suas descobertas, feitas ao longo de anos de pesquisa em vários lugares do mundo, sob uma perspectiva bíblica, certamente teria chegado a conclusões bastante diferentes.
"Vim aqui porque esse museu diz a verdade sobre o criacionismo", disse Kelly Page, de Buffalo, Nova York, que viajou ao Kentucky com a mulher e os dois filhos pequenos. "Você não pode ter a evolução e Deus".
No Museu da Criação, os dinossauros são apresentados como mais uma criação de Deus, que escaparam do dilúvio na Arca de Noé. Alguns visitantes acreditam que eles eram apenas lagartos grandes, que não existem mais.
Robert Carr, executivo aposentado e colaborador do museu, afirma que, nos primeiros dias do universo, o tempo passava de maneira diferente.
"Quando o universo era menor, o efeito gravitacional era enorme, e o tempo na Terra passava um bilhão de vezes mais devagar", estima Carr. "Isso explicaria porque Deus criou a Terra em apenas seis dias".

Fonte: AFP/Terra

Extraído do blog Notícias Cristãs

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

BARACK ABORTO OBAMA


Aborto e Obama

Obama e sua visão pró-aborto

Valmir Nascimento

Nem bem o trono presidencial da Casa Branca elevou o seu teor térmico com as nádegas do seu novo proprietário, o rei da mídia e presidente dos Estados Unidos Barack Obama, o mundo percebeu as primeiras pitadas da ideologia que norteará as decisões do atual governo americano. Depois de ter começado mal, já no terceiro dia como o homem mais influente do mundo Obama revogou o bloqueio de verbas públicas direcionadas às organizações pró-aborto, eufemisticamente denominadas de organizações de planejamento familiar.

Segundo notícia, “em um comunicado divulgado no mesmo dia, Obama disse estar “determinado a proteger a liberdade das mulheres a escolher” entre ter ou não um bebê. Para o presidente, o 22 de janeiro lembra aos americanos “que esta decisão não apenas protege a saúde das mulheres e a liberdade reprodutiva, mas também simboliza um princípio maior: que o governo não vai se meter em assuntos familiares íntimos”. Obama reconheceu que o aborto é um “tema sensível, que nos divide”, mas afirmou que “qualquer que seja nosso ponto de vista, estamos unidos em nossa vontade de evitar a gravidez não desejada, de reduzir o número de abortos e de apoiar as mulheres e as famílias na decisão que tomarem”.

Para quem ainda tinha dúvidas sobre o perfil de Obama e sobre como ele conduzirá a presidencia dos EUA, essa notícia demostra cabalmente como se comportará daqui para frente, a começar, é claro, com a morte dos nascituros. Mas, somente bobos esquizofrênicos não sabiam que Barack agiria dessa forma, afinal ele nunca escondeu a sua visão sobre o assunto, como defensor do aborto e da liberdade de escolha por parte da mulher.

Onde estão os cristãos defensores de Obama?Obamamania

Gostaria de ouvir as repostas dos fãs do mulato-bonitinho-político, os quais pensavam que poderiam votar em um defensor do aborto sem que isso pudesse atingir a verdades centrais da fé cristã, notadamente no que se refere ao valor da vida humana.

Gostaria, agora, de ver a cara de alguns cristãos, evangélicos incluvise, que engrossaram o coro de apoio ao “primeiro presidente negro dos EUA”.

Gostaria de ver a manifestação daqueles que levantaram bandeiras, assopraram assovios e fizeram doações em prol de Obama e pensavam que a fé cristã poderia estar divorciada da vida pública. Ah, como eu gostaria…

Digo isso, pois, durante a campanha presidencial tive que ouvir e ler indigestos crentes insuflados pela Obamamania, tudo em nome do ineditismo de um negro poder tornar-se o primeiro presidente americano, como uma espécie de Martin Luther King dos tempos atuais, sem contanto, considerar sua cosmovisão, vida privada e capacidade administrativa.

Aliás, como postei aqui no blog, e que tem gerado grande debate, lembremos do livro escrito em homenagem a Obama com o título “O Deus de Barack Obama” onde ele é descrito como a nova “estrela” da política americana, o “rosto” do futuro do partido democrata, cuja fé religiosa é o combustível de tudo que ele conquistou e fonte de grandes desafios em busca da presidência”.

Como é que é? A sua fé religiosa é o combustível de tudo que ele conquistou e fonte de grandes desafios em busca da presidência? Só se for uma fé anti-bíblica, já que a Palavra de Deus não nos aconselha a matar crianças.


Extraído do blog Como Viveremos?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Bolivia: Religiões se opõem à nova constituição

As religiões católica e protestante são as mais duras opositoras à nova Constituição que o presidente Evo Morales quer fazer aprovar no referendo deste domingo, já que amplia o texto a temas tão sensíveis como o aborto ou o casamento entre homossexuais.
A Conferência Episcopal Boliviana declarou seus temores sobre o futuro das liberdades de imprensa e informação que, segundo a Constituição, devem estar sujeitas aos princípios da "verdade e responsabilidade".
Os temores religiosos - em um país onde cerca de 80% professa as religiões católica ou evangélica - se tornaram nos últimos dias o principal tema de debate, somando-se às críticas dos partidos de direita e empresários sobre os os benefícios em excesso concedidos aos 36 povos indígenas, alguns deles em processo de extinção.
As Igrejas Evangélicas Unidas (IEU), que congregam meia dezena das mais influentes denominações protestantes, expressaram suas observações no mesmo tom dos prelados católicos.
"Nós examinamos os perigos da proposta. Cinco aspectos nos preocupam, especialmente, como os itens que falam sobre Deus, a família, os direitos sexuais e reprodutivos, a educação e a propriedade privada", afirmou o presidente da IEU, José Luis de Losantos.
Os evangélicos consideram que a nova Constituição não coloca a família na base da sociedade boliviana, o que poderia permitir os casamentos entre homossexuais, além de trazer o risco de legalização do aborto. Na educação temem que, ao torná-la laica, não haverá respeito à religião nas escolas e universidades.
Quanto à propriedade privada, os evangélicos querem que seus templos e instalações não sejam declarados uma "função econômica e social" para que não fiquem sujeitos à expropriação.
O governo, por sua vez, considera esses temores infundados, porque a nova lei fundamental não permite abortos, nem os casamentos entre homossexuais e defende a liberdade de culto, que é uma exigência da sociedade boliviana.
"Que leiam para o povo boliviano em que artigo se legaliza o aborto, que o digam, e não simplesmente interpretem. Nós somos os maiores defensores da vida", afirmou o presidente boliviano, Evo Morales, confiante na sua vitória, como no referendo de agosto de 2008, quando foi confirmado no cargo por 67,4% dos votos.

fonte: www.noticiascristas.blogspot.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Obama Já começou mal


Pela primeira vez na história dos Estados Unidos da América, um presidente eleito toma posse recebendo as bênçãos de Alá e as de um bispo homossexual. Ingrid Mattson, presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte, foi convidada por Obama para falar no culto de posse amanhã, na Catedral Nacional em Washington, e invocar as bênçãos de Alá sobre o novo presidente; e o bispo gay Gene Robinson “invocará as bênçãos divinas” sobre Obama. E qual o nome escolhido para representar, assim, como diríamos... os evangélicos conservadores? O pastor Rick Warren, conhecido por ser um “conservador light” ou, como ressaltam alguns, "um dos mais liberais entre os conservadores". Ele fará apenas uma oração. Rick Warren é o máximo de conservadorismo que Obama admite ao seu lado, mesmo assim contrabalançado "prudentemente" com Alá e Gene Robinson. Ah, sim: o pregador oficial do culto de amanhã é ninguém menos do que a pastora liberal Sharon Watkins, que defende o aborto e o casamento homossexual.
Não é à toa que Obama já anunciou que sua primeira medida como presidente será decretar a Lei de Liberdade de Escolha (LLE), que tornará debalde toda a luta dos movimentos pró-vida dos EUA daqui para frente (veja e ouça Obama fazendo a promessa aqui, saiba o que é a LLE aqui e veja o protesto marcado contra esse ato para o dia 22 em Washington aqui). Sabendo disso, o presidente Bush decretou, antes de sua despedida, o Dia nacional de Santidade da Vida, um dia pró-vida de reflexão e oração (leia o texto do decreto em português aqui).
Ademais, o “messias” midiático Barack Hussein Obama, aquele que já é sem nunca ter sido (aquele que estranhamente já é proclamado em alto e bom som como um dos maiores presidentes da história dos EUA sem nunca ter exercido um dia só de mandato até então), toma posse hoje com a mídia ocidental quase que totalmente genuflexa de amores diante dele. É só tomarmos como exemplo o caso brasileiro. Nunca a posse de um presidente norte-americano teve uma cobertura tão grande da mídia brasileira. Nunca. E mais: jornalistas daqui e de lá chegam a escrever textos poéticos extremamente melosos não apenas exaltando Obama, mas também ressaltando a fé que têm de que ele fará mudanças e transformações profundas que afetarão positivamente todo o mundo. Detalhe: Obama nunca fez nada na vida que justificasse essa crença em mudanças concretas e substanciais. Ele construiu a sua campanha apenas com retórica. Escrevemos muito a respeito no final do ano passado (clique aqui e aqui). Outro detalhe é que ele repetiu no seu discurso de posse hoje a mesmíssima frase de Lula em seu discurso de vitória em 2002 ("A esperança venceu o medo"). Quem escreveu o discurso de posse de Obama foi o mesmo rapaz de 27 anos que escreveu todos os seus outros discursos de campanha: John Favreau.
Obama já começa mal, pedindo as bênçãos de Alá e as de um deus ecumênico e que abençoa o homossexualismo – eis mais um motivo para orarmos pelos EUA.

Fonte: Blog do pastor Silas Daniel